27 de mar de 2011

A economia girando no coletivo

Quem tem interesse em comprar CD, DVD, camiseta e outros produtos culturais pode dar uma passada na banca do Alona. Lá estão sendo vendidas marcas como Reverbcity, MT3 e Puppets Massacre que são parceiras do Alona.


Mas, de maneira bem particular, a "banquinha" do coletivo tem uma dinâmica um tanto curiosa. Tudo funciona da seguinte forma: o coletivo recebe produtos em troca da divulgação da marca e os faz circular na banquinha que só aceita o Alona card, moeda circulante do coletivo.


Entram no grupo de "compradores", as pessoas que trabalharam durante Festival Grito Rock Londrina como as Bandas, a Comunicação, Artes Visuais e outros que, ao serem pagos em cards, colocam em rotatividade a economia da Vila Cultural.
Foto: Aline Giesel
Segundo Josiane Campassi, integrante do Coletivo Alona, o card faz parte de um trabalho que abre novas possibilidades de movimentar a economia local, além de ser uma forma fundamental de colaborar  para que o festival aconteça. "A troca de serviços é o que mantêm o coletivo funcionando", explica Josi. 


Com base na Economia Solidária, os produtos disponíveis na banquinha e trocados pelo Alona Card foram vendidos ou doados por marcas parceiras do coletivo, como é o caso dos CD's de bandas independentes e produtos de parceiros inseridos na dinâmica da moeda solidária que se espalha cada vez mais pelo o Brasil, especialmente no Fora do Eixo.

Um comentário:

Renata Cabrera disse...

Muito ouro! Digo, muito alona card! hehehehehe