6 de ago. de 2011

Trocando a baqueta pelo chocalho

Sí hermanos... acabamos de mirar um poquito de la musica chilena... ay ay ay!
"ai ai ai?" Sim! Ai ai ai, porque vi um chocalho parecido com os que a gente só vê em filme latino com um trio de homens baixinhos e de barba rasteira cantando ai ai ai ticaaaaaaa! rsrs

Bom, as fotos estão aí e vou dar um hola que tal e enrolar um poquito mais o meu excelente espanhol! A propósito, a Tati Oliveira está aqui hablando com eles. Que orgulho desta cobertura colaborativa mano! *_*


Londrina Ska Clube embalando por aqui...


É a primeira vez que assisto ao show do Londrina Ska Clube.
O som dos caras é daqueles que não só embalam os pezinhos de um jeito bom e bem divertido, mas tornam o clima aqui do ALONA mais estratégico... para aquecer o pessoal neste fria noite da cidade. rsrs

Abraços e vamos descer pra curtir ao show dos hermanos da Perrosky.

Londrina Ska Clube volta ao palco da Vila Cultural Alona

Foto: Tatiana Ferreira

Boa música. Lembro que na última #coberturacolaborativa que rolou aqui na Vila Cultural também cobrimos a banda Londrina Ska Clube. E agora, eles voltam ao palco com um som até mais entrosado para, novamente, cair nas graças do público.

A batida é o ska. Da última vez que passaram pelo Alona, pedi que descrevessem aos londrinenses o que é o gênero musical e a resposta foi imediata: "Tatiana, é fácil, ska não é reggae." Pois não, não é, mas foi o precursor. E talvez por isto, o gênero musical que teve origem na Jamaica no final dos anos 50 traga essa sensação tão "brisante" (não me levem a mal os puritanos de plantão da sexta à noite).

Então fica o convite para quem não chegou à Vila Cultural Alona e quer ouvir mais um pouquinho de Londrina Ska Clube, que ainda está no palco. Lembrando que hoje rola aqui Autoramas e Perrosky. E a colaborativa vai acompanhar cada detalhe ;)

4 de ago. de 2011

Autoramas e Perrosky fazem show na Vila Cultural ALONA

Londrina está no mapa da Fora do Eixo Panamericana Rock Tour, com banda de renome nacional e outra do Chile

Nesta sexta-feira, 05 de agosto, Londrina recebe as bandas Autoramas, do Rio de Janeiro, e Perrosky, do Chile. O show acontece na Vila Cultural Espaço ALONA, sede do coletivo ALONA, que fica na AV. Leste Oeste, N° 518. A banda local Londrina Ska Clube também sobe ao palco para abrir a noite e a festa ainda conta com discotecagem de Thiago Moreira, vulgo Terror.

Autoramas e Perrosky estão em turnê desde o dia 21 de Julho, na Fora do Eixo Panamericana Rock Tour, totalizando 16 shows em território nacional, passando por Goiás, Minas Gerais, Distrito Federal, Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná. A Panamericana Rock Tour já aconteceu em outros países da América Latina e chegou ao Brasil numa realização Fora do Eixo com apoio d'A Construtora Música e Cultura, tendo Autoramas e Perrosky como protagonistas desta edição do projeto.

Autoramas
O Autoramas está gravando seu novo disco, já batizado de "Música Crocante" e com lançamento previsto para o segundo semestre de 2011. A banda surgiu em 1997, no Rio de Janeiro, quando Gabriel Thomaz (guitarra e vocal), juntou-se a Bacalhau (Bateria) e Simone (Baixista) para fazer um som batizado como “Rock para Dançar” – mistura de Surf-music dos anos 60, New Wave dos anos 80, com influencias da Jovem Guarda e energia do Punk Rock. A partir daí se tornou uma carreira repleta de discos, vídeo clipes e turnês. Hoje, o baixo fica por conta de Flávia Couri.





Já o Perrosky acaba de voltar de apresentação no festival Primavera Sound, em Barcelona, fazendo parte da turnê do seu último disco "Tostado", produzido por Jon Spencer (Jon Spencer Blues Explosion) o maior sucesso da carreira do duo chileno. A banda é formada pelos irmãos Alejandro e Álvaro Gomez. O som é uma mistura de rock com Blues, influenciados por música de Rua Chilena e composições mexicanas que se aproximam do folclore Sul Americano.

A banda de abertura Londrina Ska Clube, ressurgiu recentemente no cenário da cidade, formada por Marcio Tadeu (vocal e guitarra), Leonardo Cacione (Bateria), Lennon Silva (Guitarra), Daniel Thomas (Baixo) e Ricardo Dantas (Teclados). Com a proposta de fazer um Ska que combina as origens do estilo na Jamaica com o som de bandas de punk rock tradicional, assim como foi feito no final da década de 70 na Inglaterra, movimento que ficou conhecido como Two Tone.

O Show está marcado para começar às 22h, na Vila Cultural Espaço ALONA. O Coletivo ALONA surgiu como uma parceria entre produtores locais, com o objetivo de estimular a produção e a circulação de bens e serviços do setor cultural. O Espaço ALONA já serviu para a produção de quatro edições do Festival Grito Rock, maior festival integrado da América Latina, foi palco para as prévias do Festival Demo Sul na ultima edição e diversos outros eventos culturais. Além disso, é um ponto de cultura integrado ao Circuito Fora do Eixo.

Os ingressos para a festa vão custar R$15,00 na portaria do evento. A produção é assinada pelo Rock de Rua Produções, de Daniel Thomas, em parceria com Irra Produtora, Chá das 5 Eventos, Backstage Áudio e Coletivo ALONA. O Cartaz do show apresenta uma ilustração exclusiva de Richard Bittencourt, conhecido como Fi, que também assina o site falafi.blogspot.com.

Coletivo Alona no I Encontro de Cultura Livre (Ou, Uai, Alona em Minas? II)

Outra passagem do Coletivo Alona em Minas aconteceu durante o I Encontro de Cultura Livre, também em julho. O encontro fez parte da programação do tradicional Festival de Inverno de Ouro Preto e Mariana e contou com a colaboração do Coletivo Muzinga, ponto Fora do Eixo de Ouro Preto para sua produção. 

Painel Coletivos e Sustentabilidade
Entre as oficinas realizadas no encontro, não pôde faltar a de #midialivrismo e  #coberturacolaborativa, ministrada por Verônica Boaventura (Coletivo Goma/Coletivo Megalozebu), Raíssa Galvão (Coletivo Colcheia) e Tássio Lopes (Coletivo Goma). E assim, a galera ficou de olho em cada lance e registrou tudo no blog do evento.

Durante a semana, houve uma sucessão de debates com gestores do Circuito Fora do Eixo como Pablo Capilé (FdE), Felipe Altenfelder (Circulação FdE), Rafael Rolim (Clube de Cinema), Tatiana Oliveira (FdE Letras), Gabriel Fedel (Software Livre), Leonardo Barbosa (PCult) e Camilha Cortielha (Centro Multimídia FdE). 

O sociólogo e professor da Universidade federal do ABC, Sérgio Amadeu, a professora e pesquisadora Ivana Bentes  (UFRJ) e César Piva, coordenador da Secretaria de Cidadania e Diversidade Cultural do MinC foram alguns dos nomes que enriqueceram as mesas de debates, abordando temas como midialivrismo, direitos autorais, economia solidária, software livre, cadeia produtiva da cultura, entre outros.

#VaraldaArte com poesias de autores da FEL
Já a programação cultural contou com a discotecagem radiofônica Independência ou Marte, com Jovem Palerosi, e Sarau Literário com o escritor Francesco Nápoli e Tatiana Oliveira (Coletivo Alona/Fora do Eixo Letras. O video poema Manhãs, da escritora londrinense Karen Debértolis foi projetado no evento. Houve, ainda, apresentações musicais em todas as noites do encontro no Sagarana Café, além da 1ª Noite Fora do Eixo promovida pelo Coletivo Muzinga. 


Vale deixar aqui elogios à toda a produção do evento e ao coletivo, que receberam a todos os "forasteiros" do Fora do Eixo com uma  receptividade mineira belíssima e muita organização .

Uai, Alona em Minas?

Em julho, o Coletivo Alona andou ficando meio mineirinho. Isto porque nosso coletivo e #coberturacolaborativa pôde acompanhar de perto os trabalhos desenvolvidos durante o Congresso Fora do Eixo Minas, realizado em Sabará. E entre os debates e reuniões com o poder público local e estadual, surgiram avanços como a nova Casa Fora do Eixo Minas, que vai se estruturar em Belo Horizonte, estimulando ainda mais a rede que a cada congresso apresenta maior expansão nacional.


Na mesma semana, rolou na cidade a programação do Festival Escambo, produzido pelo Coletivo Fórceps, que soube administrar ambos com forte organização, receptividade, atenção e hospitalidade. Por isso, em meio ao congresso, ficou garantido o espaço para shows como Emicida, Cabruêra, Os rélpis, Marcelo Jeneci e outras mais de 20 apresentações. 


As artes integradas também estiveram presentes no festival, com o Sarau Literário organizado pelo grupo Engrena, responsável pelas ações literárias no coletivo Fórceps e a peça de teatro É só uma formalidade, do grupo Quatro los Cinco. Houve ainda exposições artísticas como a de Sara Silva Ribeiro, que levou ao festival  a exposição "Implosões", com livros-objeto, feitos de materiais como fios de cabelo, pano, ou zipper. 


Alguns dos diários de bordo desta programação intensa estão nos vídeos abaixo, produzidos pelo Clube de Cinema que integra o CFMI - Circuito Mineiro de Festivais Independentes. Outros, no próprio blog do festival. Vale lembrar que o Festival Escambo abriu o CFMI, que até dezembro, integra 14 festivais em todo o estado de Minas Gerais, todos promovidos por coletivos Fora do Eixo.





Festival até o Tucupi abre inscrições para artistas visuais

A quinta edição do Até o Tucupi - Festival de Artes Integradas do Coletivo Difusão ocorre entre os dias 29 de setembro e 08 de outubro. O festival é uma realização do Coletivo Difusão, da Prefeitura de Manaus, por meio do projeto Patrulha Voluntária Jovem, e do Sebrae Amazonas.

O Até o Tucupi é um festival promovido anualmente com a presença de diversas linguagens artísticas integradas além de uma programação voltada para capacitação e valorização dos agentes culturais da cidade. As atividades deverão ser realizadas em todas as zonas da cidade, e também na zona rural.

Encerramento do Festival, em 2010
O formulário de inscrição é um CADASTRO de artistas visuais interessados: Desenhistas, Ilustradores, Fotógrafos, Grafiteiros, Pintores, Gravadores, Designers, Estilistas, Personal Stylist, Figurinistas, Cenógrafos, Arquitetos, Videoartistas, Publicitários . Após o período de inscrição para participação no festival, será feita uma curadoria para seleção de projetos artísticos visuais que farão parte da programação de Artes Visuais do Festival Até o Tucupi 2011. Ela será divida em mostras Físicas (Projeto Compacto.ART, Mostra Amazônia de Fotografia, Intervenções Urbanas) e Virtuais (Edição de vídeo com os projetos artísticos cadastrados e publicados na internet, Projeção de Imagens, Revista Online de Artes Visuais). 

Podem participar propostas de artistas independentes, grupos, ou coletivos artísticos, responsáveis pela criação e execução de intervenções, obras, projetos, propostas visuais de qualquer lugar do País (observadas as condições entre a participação da obra física e obra virtual) que suscitem o diálogo e interação entre espaço, arte e público.

Mas, atenção, o Coletivo Difusão não remunerará a participação dos projetos envolvidos, não custeará o envio de obras físicas para integrar as mostras, ou a vinda de artistas de outros Estados que porventura tenham sido selecionados para o Festival Até o Tucupi 2011.

CMFI lança edital de vivência para Centro Multimídia


O CMFI (Circuito Mineiro de Festivais Independentes) acaba de lançar o Edital de Vivência que vai selecionar 2 repórteres multimídia para 10 festivais do circuito.

Os selecionados ganharão a passagem para a cidade do festival além de hospedagem e alimentação. Eles ficarão responsáveis por ministrar a oficina de midialivrismo e coordenar a cobertura colaborativa de cada festival, juntamente com um gestor da equipe do Centro Multimídia Fora do Eixo Minas.

Além da experiência no campo da comunicação os selecionados participarão do processo de produção do festival pois irão alguns dias antes do início dos festivais.

O primeiro festival a receber a vivência é o Alambique do Som, que acontece entre os dias 11 a 14 de agosto, em Barbacena. Para saber mais sobre a vivência, o EDITAL se encontra neste link.

10 de jul. de 2011

Crazy Legs fecha a noite com bis (mais bis, mais bis, mais bis)

Pela primeira vez em Londrina, Crazy Legs - o trio de rockabilly mais conhecido internacionalmente se apresenta e tira o fôlego do público pé-vermelho que esperou por sua apresentação. 

Eles tem influências tradicionalistas dos anos 50 que passam por bandas atuais e flertam com o legítimo country music em uma combinação levianamente infalível. A banda é formada por Carl Horton (guitarra/vocal), Sonny Rocker (slap bass) e McCoy (bateria/vocal) e já esteve em festivais renomados no país, como o Goiânia Noise, além de abrir show internacionais como para a banda The Meteors (UK).

Agora, em Londrina, eles fazem o público balançar sem parar um segundo e mostram porque são conhecidos como uma das maiores bandas de rockabilly do mundo. Confira algumas fotos do show que fez história na Vila Cultural Alona.

Brazilian Cajuns põe todo mundo pra dançar

Acaba de subir ao palco da Vila Cultural Espaço Alona os seis bandoleiros que representam a banda The Brazilian Cajuns – Southern Rebels. O grupo que hoje é parceiro do coletivo, existe desde agosto de 2007, e é formado por Sinner Jack (vocal e washboard), Billy Boy (bateria), Herbie Nelson (guitarra e vocal), Dirty Joe (gaita e backing vocal), Kinky Lawless (violão base) e Kid Step Bill (contra-baixo).
Eles trazem o melhor do rockabilly pé-vermelho e mais uma vez, com sua música dançante, fazem o público arrastar o pé do começo ao fim de sua apresentação. É simplesmente  impossível resistir a este ritmo contagiante. Confira as imagens do show.