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6 de ago. de 2011

Autoramas em papo com a #coberturacolaborativa

A banda Autoramas volta a envolver Londrina com seu rock, desta vez com a #Panamericana Rock Tour, que depois de acontecer em outros países da América Latina, chega ao Brasil, numa realização Fora do Eixo com apoio d'A Construtora Música e Cultura. 

A tour é feita com os chilenos de Perrosky, que se apresentaram agora há pouco aqui na Vila Cultural Alona. No total, são 16 shows, que antecipam ao lançamento do novo disco de Autoramas, batizado de "Música Crocante", previsto para o segundo semestre de 2011.

Foto: Renata Cabrera
Com simpatia e atenção, Gabriel Thomaz (vocal e guitarra) conhece a ilha da #coberturacolaborativa do Coletivo Alona e atende a todos os pedidos de fotos e abraços do público presente. Mais tarde, chegam também à colaborativa para entrevista, Flavia Couri e Bacalhau, com o mesmo cuidado e carisma com cada um.

No papo, a banda explica como está usando o crowfunding - financiamento coletivo - em busca de recursos financeiros para produzir seu trabalho. O valor vai ser usado para os custos com estúdio de gravação, mixagem, equipamentos, entre outros. Eles explicam também que o trabalho da música autoral é lento e que por isto, é preciso gostar muito. E complementam dizendo que estão fazendo sua parte. E cá entre nós, que parte sensacional.


Salto, costeletas e um par de óculos


Estas são algumas características dos músicos que compõe a banda Autoramas. Eles, que estão em turnê pelo Circuito Fora do Eixo e integraram a noite de hoje com muita pompa. Dava pra ver todo o pessoal que veio aqui hoje balançando a cabeça, os pés, os braços e cantando com extrema efervescência.

Até a galera da #coberturacolaborativa deixou a caneta e máquina de lado pra correr na pista e curtir o show. Seguem as fotos pra quem não veio. Ou melhor, pra quem veio e pra quem ficou no sofá babando em frente ao PC vendo os posts desta noite.

Um abraço e até a próxima!

Do Chile para o Brasil, com vocês Perrosky

Direto de Santiago, os dois irmãos chilenos Alejandro e Álvaro Gomez, que acabam de se apresentar no festival Primavera Sound, em Barcelona, subiram ao palco da Vila Cultural Espaço Alona e deram um show, literalmente.

Com suas músicas autorais, eles nos apresentaram um som novo e contagiante, mesclando o rock, o blues e uma pitada de seu país natal.

Foto: Renata Cabrera
A galera agitou geral. Aí, você me pergunta: "E o frio?". Aquí en Alona, esto no existe!
E a #coberturacolaborativa conversou com os "niños". Logo, logo saí uma vídeo entrevista quentinha pra vocês.

Trocando a baqueta pelo chocalho

Sí hermanos... acabamos de mirar um poquito de la musica chilena... ay ay ay!
"ai ai ai?" Sim! Ai ai ai, porque vi um chocalho parecido com os que a gente só vê em filme latino com um trio de homens baixinhos e de barba rasteira cantando ai ai ai ticaaaaaaa! rsrs

Bom, as fotos estão aí e vou dar um hola que tal e enrolar um poquito mais o meu excelente espanhol! A propósito, a Tati Oliveira está aqui hablando com eles. Que orgulho desta cobertura colaborativa mano! *_*


Londrina Ska Clube embalando por aqui...


É a primeira vez que assisto ao show do Londrina Ska Clube.
O som dos caras é daqueles que não só embalam os pezinhos de um jeito bom e bem divertido, mas tornam o clima aqui do ALONA mais estratégico... para aquecer o pessoal neste fria noite da cidade. rsrs

Abraços e vamos descer pra curtir ao show dos hermanos da Perrosky.

Londrina Ska Clube volta ao palco da Vila Cultural Alona

Foto: Tatiana Ferreira

Boa música. Lembro que na última #coberturacolaborativa que rolou aqui na Vila Cultural também cobrimos a banda Londrina Ska Clube. E agora, eles voltam ao palco com um som até mais entrosado para, novamente, cair nas graças do público.

A batida é o ska. Da última vez que passaram pelo Alona, pedi que descrevessem aos londrinenses o que é o gênero musical e a resposta foi imediata: "Tatiana, é fácil, ska não é reggae." Pois não, não é, mas foi o precursor. E talvez por isto, o gênero musical que teve origem na Jamaica no final dos anos 50 traga essa sensação tão "brisante" (não me levem a mal os puritanos de plantão da sexta à noite).

Então fica o convite para quem não chegou à Vila Cultural Alona e quer ouvir mais um pouquinho de Londrina Ska Clube, que ainda está no palco. Lembrando que hoje rola aqui Autoramas e Perrosky. E a colaborativa vai acompanhar cada detalhe ;)

10 de jul. de 2011

Brazilian Cajuns põe todo mundo pra dançar

Acaba de subir ao palco da Vila Cultural Espaço Alona os seis bandoleiros que representam a banda The Brazilian Cajuns – Southern Rebels. O grupo que hoje é parceiro do coletivo, existe desde agosto de 2007, e é formado por Sinner Jack (vocal e washboard), Billy Boy (bateria), Herbie Nelson (guitarra e vocal), Dirty Joe (gaita e backing vocal), Kinky Lawless (violão base) e Kid Step Bill (contra-baixo).
Eles trazem o melhor do rockabilly pé-vermelho e mais uma vez, com sua música dançante, fazem o público arrastar o pé do começo ao fim de sua apresentação. É simplesmente  impossível resistir a este ritmo contagiante. Confira as imagens do show.

27 de mar. de 2011

Locodillos lança clipe durante o Grito Rock

Foto: Aline Geisel
E a terceira noite fica cada vez mais excitante. O último dia de Festival Grito Rock traz um público novo à Vila Cultural Alona. Novo também é o clipe de Locodillos, lançado nesta noite. Enquanto a banda toca Consumidor Implacável, o telão mostra as imagens de um clipe que ficou animal. 

Produzido após a banda ganhar as prévias do Festival Demo Sul, o vídeo é lançado em grande estilo e faz parte do processo de amadurecimento da banda, que é visível. A qualidade técnica e o talento do grupo se afirmam como nunca no cenário da música autoral londrinense, fato que enche os olhos de qualquer integrante do Coletivo Alona. 


Brazilian Cajuns no palco

Foto: Meik
Essa é pra quem gosta de riscar o chão com a sola da bota. Parceira do Coletivo Alona, Brazilian Cajuns - Southern Rebels está se apresentando agora. A banda é formada por um trio de mineiros com mais três pés vermelhos que fazem um "rock caipira" como eles mesmos denominaram. Pra quem curte Johnny Cash, Bob Dylan e Creedence Clearwater Revival, deve ouvir o som desses caras.

E o figurino? Sempre no melhor estilo country. Munidos de chapéu, lenço e camisa xadrez, os rapazes chamam atenção por se diferenciarem do restante das pessoas que estão por aqui.

O ritmo abala o Alona que está movimentado hoje. A galera dança e a banda anima seja com o ritmo country acelerado, seja com a presença de palco dos rapazes. E que presença, quase não cabem os seis integrantes e o seu enorme contrabaixo acústico.

foto: Meik
O Saloon está cheio e eu vou pra lá curtir essa banda que eu gosto muito e passei a gostar mais ainda depois do "abraço pra turma da cobertura colaborativa que está trabalhando aí!" Ah meninos... O que eu posso dizer? Um grande abraço pra vocês também.

Pé de Macaco abre a terceira noite de Grito Rock

Começa mais uma noite de Festival Grito Rock, na Vila Cultural Alona. Quem abre a terceira noite de apresentações são os bauruenses da Pé de Macaco. Criada em 2009, a banda é formada por estudantes de comunicação e experimenta sons de influências variadas.

Foto: Aline Giesel
Em 2010, o grupo se somou ao Enxame Coletivo, ponto de articulação e produção cultural ligado ao Circuito Fora do Eixo em Bauru (SP).  Junto à sua integração ao coletivo, iniciaram o trabalho com a produção autoral. E olha, minha gente, olhando a reação do público daqui da ilha da Cobertura Colaborativa posso dizer que funcionou muito bem, viu?!

O processo intenso de experimentações têm trazido resultados na cena musical de Bauru e cidades da região, como Ribeirão Preto, São Carlos, Araraquara, Assis e Serrana. Mas, música boa tem que ser dividida, divulgada. Por isto, durante sua turnê no Festival Grito Rock, os músicos passaram por cidades como Belo Horizonte, Poços de Caldas e Uberaba. 

Foto: Aline Giesel




E agora, em Londrina, os músicos encerram a temporada Grito Rock mostrando porque seu trabalho tem ganhado tanto espaço no cenário musical independente com um som dançante que seduz o público e pede aplausos. 

Sentada aqui na ilha, escuto uma ordem bastante clara de um cara que se aproxima: "Mocinha, eu sei o que você tá fazendo, vê se fala bem dessa banda, hein, eles são do caralho!" Opa, e eu obedeço. Porque eles são, "ôh se são"!

Carta aos poetas

Londrina, 25 de março de 2011

Queridos Neo e Renan,

Escrevo para contar que tuas poesias já estão no nosso Varal, exposto aqui na Vila Cultural Alona. Sim, meus amigos, elas estão aqui e têm proporcionado encantadoras surpresas ao público  que chega para o nosso Grito Rock.

Foto: Aline Giesel
As tuas, Neo, chegaram por correio na quarta-feira. Poxa, há quanto tempo eu não recebia uma correspondência que não fosse as contas de telefone, energia e condomínio! Tuas obras foram as primeiras que preguei em nosso varal, feito de barbante e pregadores de madeira. 

O pessoal por aqui lê, atentamente, às tuas palavras que já não cabem mais no varal. Percebo que elas extrapolaram o espaço, que desde o primeiro dia de festival foi acumulando arte e sonhos. Agora, as poesias são levadas com o vento e com o rock que reverbera dentro de nossa Vila Cultural.

Já você, Renan, me causou um susto danado, rapaz! O carteiro só me entregou hoje pela manhã teu Sedex 10. Por pouco, aquela delícia de poesia não chega a tempo para engrossar nosso Grito! 
Foto: Aline Giesel

Renan, o engenheiro elétrico da Fora do Eixo Letras. Aliás, embora eu não entenda nadica de nada do assunto, os cálculos no verso na folha de rascunho são sensacionais, viu? E o resultado da sonoridade das palavras é exato como teus números devem ser. Por isso, não resisti e pendurei os dois, o rascunho, cheio de numerozinhos e sinais estranhos e a versão passada a limpo. 
Foto: Aline Giesel
Enfim, amigos, obrigada. Receber tuas obras por correio fez com que eu me sentisse no caminho certo, rumo à palavra-certa, à palavra sonho, à palavra que ocupa, que alcança, que viaja, à palavra-FEL. Pedi a dois amigos que recitassem tuas poesias para registrar em áudio. São eles Vitor (Gaúcho) e Aline. Espero que gostem; pedi para eles, porque sei que ambos também se encantaram por tuas poesias.

Termino deixando para vocês, uma das minhas frases preferidas de Carlos Drummond de Andrade: "Penetra surdamente no reino das palavras.
Abraços, Tati


Poesia Neo by vitorstruck

Poesia Renan Moreira by vitorstruck

26 de mar. de 2011

Surpresas do Grito

Tá achando que só rola música no Grito do Rock? Nananinanão!


As intervenções artísticas aparecem quando menos se espera... Sabe aquele cigarro no intervalo das bandas? Então, o vício pode se transformar em uma boa surpresa. E você pode acompanhar desenhos feitos na calçada, que não faziam parte da programação oficial, mas que trouxeram mais charme e espontaneidade a noite que foi tão animada.



Mhorula se apresenta no Grito Rock Londrina

A última apresentação da noite representa bem o lema de quem curte um bom rock: "fritar". Mhorula aposta em um projeto de experimentação bastante diferente do que foi apresentado nos shows anteriores desta noite, mas que resulta em um som não menos atraente. 


Com apenas dois integrantes, Mhorula une guitarra, voz, bateria eletrônica e distorções contraditoriamente sonoras. Sua música tem características particulares e suas composições se definem como "um prognóstico decadente da existência humana".


O vocalista Mau é integrante da banda Trilobït, o que mostra o quanto a experiência para trabalhar com o cenário independente faz diferença na busca de novos elementos e presença de palco.  

No público, uma moça não dança, sente. E enquanto sente a música de Mhorula, o rock pulsa latente, intenso. Amanhã o Grito Rock continua. Mas, se Mhorula for parâmetro para o que nos espera no terceiro dia de festival, então é bom a gente se preparar porque tem muita coisa boa e peculiar vindo por aí.


Foto: Meik 

Fotos de The Monkberry


Monkberry abrindo mais uma noite do grito do rock, com um teclado hipnotizador e guitarras psicodélicas setentistas. Quem veio, pode curtir um som único com influências desde de Jimi a Ray Charles, pelo menos eu consegui ouvir! Mais fotos aqui

E comeeeeça o 2º dia de Gritoooo

Foto: Meik
Boa noooooite Londriiiina!!!

Espero que vocês não estejam lendo esse post enquanto o 2º dia do Grito Rock tá rolando!! Porque se estiverem, vocês não sabem mesmo o que estão perdendo.

O Grito começo mais que no embalo de ontem. Galera animadassa, a Cabine da Renata bombando e o Monkberry mandando ver aqui no palco do Alona.

O pessoal tava lá embaixo, curtindo bebendo uma, de boa e de repente, a banda sobe ao palco e começa com tuuuudo!! Muito bom!!

Os meninos da banda são super da casa, integrada ao Coletivo Alona, a banda ano passado já tocou no DemoSul junto com o Pato Fu. Hoje, lógico, não deixaram a desejar.

Christian Franco, Leonardo Formigoni, Marco Aurélio Chiara, Manoel Sanches e Alessandro Franco (vulgo The Monkberry hehehehe) acabaram de lançar seu 1º EP, totalmente independente. A banda surgiu em 2008, virtualmente, mas hoje já é bem conhecida no cenário londrinense.

Com influências do rock alternativo dos anos 90 e contemporâneo, eles misturam uma psicodelia setentista ao Folk-Rock e diversos arranjos próprios. Quem conhece a banda sabe quão bom tudo isso é.

E é só a 1ª banda da noite! O 2º dia do Grito Rock ainda guarda muuuuuito mais!! Bora lá galera, vamo grita rock n roooooooll!!!

25 de mar. de 2011

E pra hoje, o que é que tem?

Logo mais, começa a segunda noite de Grito Rock em Londrina. E como ontem, você vai poder acompanhar toda a movimentação do festival com a Cobertura Colaborativa, aqui no blog. Confira a programação de hoje:

Entre os shows da noite está Mhorula, o projeto solo do baterista Mau (Trilöbit). Ele traz à cena londrinense uma sonoridade obscura e singular e se utiliza da experiência no cenário independente para expor um belo prognóstico decadente da existência humana.


Já a banda Tênis Sujo e um Scarpin promete fritar o público com seu rock n' roll. A banda que começou com shows de tributo ao Velvet Underground passou a desenvolver com o tempo canções próprias, todas em português, que carregam estilos variados que vão desde o rock n' roll clássico ao indie e punk rock.

Tênis Sujo e um Scarpin, uma das atrações da noite
Hoje também é dia de The Monkberry, uma banda carregada de boas baladas, com folk‐rock, melodias e arranjos delicadamente equilibrados. A banda traz Influências que parecem vir de todos os cantos possíveis e tudo à base de psicodelia sessenta e setentista, com boas doses do rock alternativo dos anos 90 e contemporâneos. 

E por fim, quem toca ainda esta noite é A Sexta Geração da Família Palim do Norte da Turquia (mas, vocês me desculpem, geral vai digitar só 'Família Palim' aqui no blog). A banda de Maringá reúne influências do rock brazuca dos anos 80, do punk de 77, do grunge e alternativo dos anos 90 e de muita coisa por aí que se denomina “roquenrou”. 

Os ingressos custam R$10,00 e vale lembrar que a cerveja sai por R$1,00 até 23h30min. Além  das bandas, o Grito Rock conta também com La cabine Photo, Cobertura Colaborativa, Varal da Arte, Banquinha e discotecagem, que hoje fica por conta de Marcelo Domingues.


*Nota: poizé, houve uma alteração e a discotecagem de hoje é responsa do Marcelo, portanto #oremos

Joseph Tourton no Grito Rock Londrina

E um suposto aviador da segunda guerra mundial chamado Joseph Tourton cai na Vila Cultural Alona, com a quarta banda da noite a se apresentar no Festival Grito Rock

Foto: Aline Giesel
O Grito Rock Londrina recebe agora a banda pernambucana Joseph Tourton. Músicos em transe lá no palco, público paralisado aqui embaixo. E para explicar o rock instrumental dos recifenses, talvez a melhor definição apareça no próprio texto de apresentação da banda:


"os rapazes que são só jovens instrumentistas e compositores autodidatas que, sem o menor traço de preconceito ou programa ideológico, cresceram ouvindo as coisas de sua época como rock noventista e o pos‐manguebeat – e de lá da faísca de alguma sinapse do cerebro‐sampler de Chico Science pescaram a chave para o paraíso perdido."


No palco, Diogo Guedes (guitarra e efeitos), Gabriel Izidoro (guitarra, escaleta e flauta transversal), Rafael Gadelha (Baixo) e Pedro Bandeira (bateria) tocam seu experimentalismo que hipnotiza o público do Alona e seduz até os ouvidos que se achavam preparados para as surpresas da noite do primeiro dia de festival. A entrevista em áudio com a banda, você pode acompanhar aqui.

Teclado e tudo o mais

Foto: Aline Giesel
Sabe aquela coisa que te surpreende, que deixa teu queixo no joelho? Pra mim esse é o teclado da Zazou Bluz. A banda londrinense encanta em muitos sentidos, desde a voz do frontman de cap até a bateria marcadíssima, mas, os outros meninos que me perdoem, quase nada no mundo é como esse teclado, que assume a posição do baixo que a banda não tem e nem precisa.  

Foto: Aline Giesel

O teclado que sola, que faz mais do que acompanhar, bem mais. O teclado é a vedete da Zazou Bluz, #prontofalei, e olha que pra ser estrela nesse palco in blues de primeira qualidade, precisa de muito mesmo.

Parabéns meninos.

5 de nov. de 2010

Iluminismo Fora do eixo

Algumas impressões da primeira reunião do Coletivo Alona...

POR TATIANA RIBEIRO

No último feriado (2), minha mãe perguntou onde eu estava indo àquela hora da noite – quando todo mundo já estava de bode, se preparando para encarar o pós-feriadão. “Tenho uma reunião, mãe”. E tentei explicar sobre o que era essa tal de reunião com a galera da cobertura colaborativa. FORA DO EIXO, COBERTURA COLABORATIVA, ALONA COLETIVO, #ÉNÓIS... mas ela não entendeu muito bem. Na verdade, nem eu até então.

A galera foi chegando e enchendo a sala da Tati, em pouco tempo estávamos trocando uma idéia, todos com muita sede de descobrir um pouco mais desse universo fora do eixo. Novos conceitos me ajudaram a compreender essa realidade. AUTOGESTÃO, FRENTES PRODUTIVAS, ORGANIZAÇÃO COLABORATIVA, DEMOCRATIZAÇÃO DA CULTURA, HORIZONTALIDADE, e mais uma vez,  #ÉNÓIS.

Cara, a galera toda estava cheia de dúvida, mas a vontade é grande. Tem gente que voltou mais cedo da cidade natal e ofereceu a sala, tem um que viajou 45 km de casa para marcar presença na reunião, outros que abandonaram pilhas de trabalhos da faculdade por fazer e deixaram a preguiça de lado por que estão afim de saber mais e mais sobre essa realidade fora do eixo e dar uma cara nova para o Coletivo Alona.

Muitos planos e vontade também! Hora de tirar o véu que esconde toda a efervescência cultural pé-vermelho!